Cresce o número de Professores da UFES com bolsa de Produtividade

A Ufes tem crescido acima da média brasileira em número de professores beneficiados com Bolsas de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Na série histórica desde 2010 (veja gráfico ao lado), o percentual ficou bem acima da média nacional. O crescimento médio por ano na Ufes durante esse período foi de 17,48%, enquanto no Brasil a média foi de 2,45%.

O número total de bolsas em produtividade em pesquisa aumentou 53,4% em 11 anos na Universidade. No mesmo período, o aumento no país foi de 30,2%. Em números reais, eram 88 bolsistas em 2010 e, atualmente, são 135. O maior crescimento ocorreu no número de bolsistas nível 1. O aumento foi de 192,9% desde o ano de 2010 na Ufes – passando de 14 e para 41 –, enquanto no Brasil o incremento foi de 26,9%.

“Observamos um crescimento consolidado, fruto do trabalho e do empenho dos nossos professores, com participação efetiva dos estudantes de iniciação científica e da pós-graduação. Tudo isso gera um grande volume de produção científica. Hoje, 89% dos bolsistas de Produtividade em Pesquisa do Espírito Santo são professores da Ufes”, relata o diretor do Departamento de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) da Ufes, Fábio Partelli. Ele também atribui esse bom desempenho da Universidade na área de produção científica ao incentivo e apoio da PRPPG e da Administração Central e, externamente, ao financiamento das pesquisas por meio de editais como os da Fapes, da Capes, do CNPq, da Finep, além de convênios com a iniciativa privada.

Segundo Partelli, o Brasil possui atualmente 14.792 bolsistas de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Desses, 6.238 são nível 1 e 8.554 são nível 2. O pesquisador que está enquadrado no nível 1, o mais alto, além da bolsa, recebe um valor adicional para custear a pesquisa. Ser bolsista nível 1 também é uma credencial para disputar alguns outros editais de pesquisa.

Anualmente, o CNPq seleciona milhares de pesquisadores para receber as Bolsas de Produtividade em Pesquisa. Nessa seleção, são analisados os currículos, a produção científica do candidato (publicação de artigos científicos), a formação de recursos humanos (orientações de mestrado e de doutorado), a participação em projetos de pesquisa, entre outros critérios.

 

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